sexta-feira, 12 de março de 2021

Anvisa aprova registro definitivo de vacina de Oxford produzida na Fiocruz

 

Anvisa aprova registro definitivo de vacina de Oxford produzida na Fiocruz

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira, 12, o registro da vacina de Oxford/AstraZeneca, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A decisão permite a entrega do produto que tem etapa de fabricação no País. Antes, a Anvisa já havia autorizado o uso emergencial do mesmo produto, mas fabricado pelo Instituto Serum, da Índia. O registro não permite a venda ao setor privado, pois a Fiocruz tem apenas o Sistema Único de Saúde (SUS) e organismos multilaterais como clientes.

A Fiocruz espera entregar cerca de 222 milhões de doses neste ano, sendo 112 milhões até julho. Neste mês, a ideia é distribuir 3,8 milhões de doses. A Anvisa também anunciou o registro do antiviral remdesivir. Fabricado pela Gilead, o medicamento é usado no tratamento de pacientes hospitalizados com covid-19. A agência já havia registrado a vacina da Pfizer. Neste caso, o produto pode até mesmo ser vendido ao setor privado, mas a empresa afirma que só negocia agora com o Ministério da Saúde.

Atividades em bares e restaurantes estão suspensas de 15 a 21 de março

 

MEDIDAS RESTRITIVAS


Em coletiva de imprensa realizada na manhã de hoje, o governador Flávio Dino endureceu as regras para combater a proliferação do coronavírus. Estão suspensas as atividades em bares e restaurantes entre os dias 15 e 21 de março, na Ilha de São Luís.

O decreto anterior, que tratava entre outras coisas da suspensão de aulas presenciais em escolas e faculdades, comércio com início às 9h e de home office para servidores estaduais, também foi prorrogado até o dia 21.

Outra novidade anunciada pelo governador hoje foi a limitação em igrejas. Agora, elas só poderão funcionar com, no máximo, 30% da capacidade na Ilha de São Luís.

Além do auxílio emergencial para o setor cultural, Dino também vai conceder um benefício para bares e restaurantes.

quarta-feira, 10 de março de 2021

Coronavac produz anticorpos contra as variantes mais preocupantes

Por Agência Estadão

Coronavac produz anticorpos contra as variantes mais preocupantes

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, informou que a vacina produzida pelo Butantan produz anticorpos contra as variantes mais preocupantes do novo coronavírus até o momento, conforme pesquisa realizada por cientistas do Instituto Butantan e da USP, no ICB (Instituto de Ciências Biomédicas).

Ao comentar sobre as variantes, o diretor falou sobre as “características que são extremamente preocupantes” das novas cepas. Segundo Covas, a variante B.1.1.7, originária do Reino Unido, apresenta aumento da transmissão, bem como mudança na gravidade dos sintomas.

Já a variante B.1.351, da África do Sul, mostra aumento da carga viral, maior facilidade de transmissão e resistência à neutralização. No caso das variantes brasileiras, encontradas pela primeira vez em Manaus e no Rio de Janeiro, são encontradas características de ambas as outras variantes. No entanto, segundo o diretor, a Coronavac é eficaz contra novas cepas do coronavírus, “estamos diante de uma vacina que é efetiva em proteção contra essa variantes que estão circulando neste momento”, disse.

terça-feira, 9 de março de 2021

Ministério da Saúde estima receber até 28 milhões de doses de vacinas neste mês


Ministério da Saúde estima receber até 28 milhões de doses de vacinas neste mês

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje (8) que espera ter, neste mês, de 25 milhões até 28 milhões de doses entregues aos estados para cumprir o Plano Nacional de Imunização (PNI). Pazuello apresentou a estimativa após uma reunião na Fundação Oswaldo Cruz, da qual participaram o governador do Piauí, Wellington Dias, e representantes da Fiocruz e do Itamaraty.

Outros governadores participaram da reunião por videoconferência, assim como a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, que está de quarentena por ter tido contato com uma pessoa diagnosticada com covid-19.

Segundo Pazuello, o objetivo do encontro era discutir com a Fiocruz todas as demandas relacionadas à vacina da AstraZeneca/Oxford. Ele citou os imunizantes produzidos com ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado da China, as doses prontas vindas do laboratório Serum da Índia, a produção do IFA nacional com assimilação da tecnologia no contrato com a farmacêutica e, ainda, a vacina pronta importada de um laboratório da Coreia, por intermédio do consórcio Covax Facility, formado por vários países para o desenvolvimento de imunizantes.