segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Mulher que fez ataque homofóbico em padaria de SP já foi presa furtando roupas da Zara

 

Crime foi flagrado em abril de 2016; na ocasião, alegou sofrer de transtorno psiquiátrico, pagou fiança e foi solta; ela se defendeu da mesma forma agora

A mulher que fez um ataque homofóbico em uma padaria em São Paulo na última sexta-feira (20) já foi presa em flagrante, em 2016,  acusada de furtar roupas em uma unidade da loja de roupas Zara.

Na ocasião, a advogada Lidiane Brandão Biezok alegou estar em “surto”, por sofrer de transtorno psiquiátrico, e por isso teria praticado o crime. Foi a mesma justificativa que ela deu neste domingo (22), em entrevista ao Fantástico, da Rede Globo, para o ataque homofóbico que praticou na padaria dona Deôla, em São Paulo: ela o praticou por ter um transtorno bipolar.

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Fórum obteve uma cópia do boletim de ocorrência policial, do inquérito policial e da denúncia apresentada pelo Ministério Público contra Lidiane.

No dia 5 de abril, a advogada foi a uma loja Zara do Shopping Bourbon, na Pompeia (zona oeste de SP).

A advogada pegou algumas peças e levou ao provador. Segundo o relato que consta no boletim de ocorrência, ela “falava alto e de forma desconexa” dentro da cabine.

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