quinta-feira, 23 de julho de 2020

Investigações se concentravam no tráfico internacional de animais exóticos e agora apontam para indícios de tráfico de drogas


Cobra naja teve ensaio fotográfico após picar o estudante em Brasília
Foto: Ivan Mattos/Zoo de Brasília
Cobra naja teve ensaio fotográfico após picar o estudante em Brasília
A manipulação de cobras para uma suposta extração de veneno com o intuito de produzir alucinógenos e drogas sintéticas está entre as hipóteses da Polícia Civil do Distrito Federal sobre a investigação contra o estudante Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul , de 22 anos. A apuração policial, que antes se concentravam no tráfico internacional de animais exóticos , apontam para novos indícios após o suspeito ser picado por uma serpente Naja kaouthia .
Foram apreendidas 16 cobras de variadas espécies, entre elas, algumas das mais venenosas do mundo. A suspeita é que o veneno da Naja possa ter sido manipulado para produzir entorpecentes.
A variedade de  serpentes e a maneira como os animais exóticos eram guardadas são indicativos que levaram a polícia para a linha de suspeita sobre o tráfico de drogas .

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