quinta-feira, 13 de abril de 2017

A falta de habilidade de Marinho em pacificação social e atos legislativo fere princípios constitucionais

Por Hilton Silva


Nesta última sessão de terça-feira (11), o presidente da câmara municipal de Paço do Lumiar, o vereador Marinho do Paço (PROS), asseverou mais uma vez em bom tom e sonoro que não colocará os projetos do executivo para discussão e votação, os projetos corre em regime de urgência. A sessão que foi tomada pela comunidade do Iguaíba em protesto ao acesso a sede no município, exigia dos parlamentares manifestação das reivindicações, mas, como sempre sem habilidade para pacificação social o presidente tentou reverter o ato do evento e tirou o dele da reta, rechaçou a população, e de forma vil e inconsequente, jogou contra seus colegas de parlamento em ato incoerente.

O presidente Marinho, desde quando assumiu aquela casa legislativa não cumpre os atos do legislativo luminense e vem pondo em questão esta capacidade, como já escrito em outros poster pelo titular deste blog, de presidir aquela casa legiferante, o que torna um risco não só aos luminenses mais sim de ferir e manchar a imagem do legislativo, pois esta Casa, que tem sua maior virtude na diversidade da sua composição, na variedade da sua composição, é cobrada agilidade.

Esta Casa, como nenhuma outra instituição, pulsa. Nenhuma outra instituição tem que adotar a noção da urgência como esta, e não falo somente da urgência de setores atingidos ou angustiados ou privilegiados ou sofridos. Não. Pois pulsa o sentimento municipal, como não pulsa em nenhuma outra instituição, e se os projetos do executivo enviados ao legislativo é para melhoria da população tem que ser levado com urgência ao plenário conforme seu regime, para discursão e aprovação com fulcro ainda aos prazos regimentais conforme reza o artigo 58, do prazo do presidente para deliberar as proposições e do § 6º quando se tratar de projeto do executivo e de 1/3 dos vereadores, obedecendo seu regime, que disciplinou estes prazos no artigo 142, parágrafo § 3º do seu regimento interno.

Nestas dúvidas e a falta de cumprimento destes prazos de levar ao plenário os projetos do executivo abre precedentes aos atos do presidente e aos atos funcionais do legislativo. A forma reiterada tornou-se berço de confusão aquela casa que preside o vereador Marinho do Paço, pondo em risco a integridade daquela casa, dos funcionários, dos vereadores, e de todos. Este último evento os manifestantes se encontravam exaltados, e a falta de habilidade do presidente em pacificar, pode ainda ter problemas sérios. 

No vídeo ainda é possível ver os edis sinalizando, discordando da postura e das alegações do presidente, será difícil tentar encontrar dialogo entre os parlamentares luminenses e a população, tendo Marinho como presidente. A falta de agilidade e comprometimento mancha não somente o presidente, como todos os edis recai a falta de solução para os problemas da comunidade.

Enquanto durar a birra do presidente para colocar os projetos de extrema necessidade para o município em pauta, o povo é que acaba pagando o pato

Vídeo:

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