sábado, 8 de outubro de 2016

Domingos Dutra se reúne com senadores para garantir recursos na urbanização dos portos em Paço do Lumiar.

Domingos Dutra com os senadores, Roberto Rocha e o suplente Pinto da Itamaraty


Via Rilton Silva

O prefeito eleito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB) está usando todo seu prestígio que tem na Câmara Federal, nos últimos 12 anos, que esteve na casa, para viabilizar recursos e iniciar seu governo com o pé direito, a partir do dia 01 de janeiro de 2017.


O ex-deputado que foi eleito com 15.440 votos (32,96%), pretende iniciar sua gestão mostrando ao povo luminense, que ele veio pra ficar, transformando o município em um canteiro de obras. 

Nesta quinta-feira (06), Dutra esteve reunido com os senadores Pinto da Itamaraty (PSDB) e Roberto Rocha (PSB), em busca de recursos para urbanizar os portos em Paço do Lumiar. 

Caso venha ter êxito na captação desses recursos, Domingos Dutra poderá realizar obras de urbanização importantes para melhorar a qualidade de vida em várias comunidades do município.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Trem que matou brasileira em Nova Jérsei acelerou bruscamente Aceleração aconteceu 38 segundos antes do acidente, diz comunicado. Fabíola Bittar, de 34 anos, morreu ao ser atingida na plataforma da estação.

Da France Presse

Trem se chocou em estação em Hoboken, no estado americano de Nova Jérsei. (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

O trem que colidiu no final de setembro contra a plataforma de uma estação de Nova Jérsei, matando uma brasileira e deixando 100 feridos, acelerou subitamente, justo antes de entrar na estação.
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A aceleração aconteceu menos de um minuto antes do acidente na estação de Hoboken, informou o NTSB, órgão americano responsável pela segurança nos transportes, nesta quinta-feira (6).

"A caixa-preta indica que o acelerador passou da posição neutra para a posição 4, quando o trem avançava a 13 km/h, aproximadamente 38 segundos antes da colisão. A velocidade do trem começou a aumentar e alcançou um máximo de 33 km/h", disse o NTSB, em um comunicado.

A única vítima letal do acidente, a brasileira Fabíola Bittar de Kroon, de 34 anos, tinha acabado de deixar a filha de um ano em uma creche e esperava o trem na plataforma da estação de Hoboken para ir a Manhattan.

Os investigadores, que chegaram a Hoboken no dia do acidente em 29 de setembro, passaram dias tentando recuperar as caixas-pretas e a câmera de vídeo instalada na frente do trem.

Fabíola Bittar de Kroon morreu após trem sofrer acidente nos Estados Unidos (Foto: Reprodução / Facebook)

O NTSB ressaltou que os dados das caixas e da câmera foram recuperados, mas não antecipou nenhuma hipótese sobre a súbita aceleração do trem, que levava 250 passageiros de Manhattan a Hoboken no horário do rush.

O comunicado não menciona o maquinista do trem, ferido no acidente e que diz se lembrar de ter entrado na estação a 10 milhas/hora. O homem garante não se lembrar o momento do acidente.

O confronto reabriu o debate sobre os problemas de segurança dos trens e os atrasos nos investimentos na rede férrea americana.

Policiais presos em Campinas podem ter extorquido empresários inocentes Os primeiros alvos foram pessoas investigadas na Operação Petroleiros. Delegado acredita que novas vítimas aparecerão após a prisão dos policiais.

Do G1 Campinas e Região

A Operação Patranha, que prendeu dois policiais civis acusados de extorsão em Campinas (SP) nesta quinta-feira (6), além de um empresário e um advogado, tem indícios de que, entre as vítimas, estariam empresários que não tinham nenhum problema com a Justiça. Inicialmente, os policiais extorquiram pessoas investigadas na Operação Petroleiros, que prendeu em Campinas envolvidos com adulteração de combustíveis.

Depois de conseguir dinheiro desses empresários, os policiais e seus comparsas começaram a ameaçar outros empresários e comerciantes do setor. A polícia suspeita que eles ameaçavam usar falsas provas para incriminar as vítimas caso elas não dessem dinheiro. Os agentes podem ter conseguido levantar R$ 6 milhões com as vítimas.

O delegado de polícia titular da Segunda Corregedoria auxiliar de Campinas, Sander Malaspina, um dos responsáveis pela investigação, acredita que novas vítimas de extorsão devem aparecer após a prisão dos policiais da Deic.

“É uma grande possibilidade, porque pelos relatos que já obtivemos indicam que os policiais agiam de forma aterrorizante, bastante incisiva. Tanto que foi o que levou a primeira vítima a delatar a situação”, disse.
Sander Malaspina, delegado que investigou policiais presos em Campinas (Foto: Reprodução/EPTV)

A operação da Polícia Civil e do Ministério Público, através do Gaeco, começou há cerca de 45 dias. Uma vítima que estava sendo extorquida não aguentou a pressão e resolveu delatar. "Nós também encontramos outra vítima que teve que pagar para não ser envolvido", disse o delegado Sander.

Foram expedidos sete mandados de busca e cinco mandados de prisão. Um policial ainda está foragido e documentos que estavam no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de São Paulo, onde os policiais atuavam, foram apreendidos.

Bovespa fecha em alta e renova máxima em mais de 2 anos Ibovespa avançou 0,65%, a 60.644 pontos. Petrobras sobe mais de 4% com mudanças nas regras do pré-sal.

A Bovespa fechou em alta nesta quinta-feira (6), renovando máximas em mais de 2 anos, impulsionada pelos ganhos da Petrobras e pelo otimismo do mercado com o avanço de medidas econômicas no Congresso Nacional.

O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa brasileira, subiu 0,65%, a 60.644 pontos – nova máxima no ano e maior pontuação de fechamento desde 5 de setembro de 2014 (60.681 pontos). Veja a cotação

Já o dólar fechou em alta de 0,1%, a R$ 3,2225 na venda.

Com o avanço desta quinta-feira, o Ibovespa acumula alta de 3,9% no mês de outubro. No acumulado de 2016, a bolsa subiu 39,9%.

O pregão foi marcado por alguma volatilidade, com o Ibovespa subindo 0,78% na máxima e recuando 0,31% na mínima, em meio a cautela na véspera da divulgação do crucial relatório do mercado de trabalho norte-americano de setembro, que deve ajudar na definição de apostas da próxima alta dos juros pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, destaca a agência Reuters.

Em Brasília, as atenções seguem voltadas para o avanço da proposta que limita o crescimento dos gastos à inflação do ano anterior. A comissão especial da Câmara dos Deputados iniciou a nesta tarde a sessão para votar a medida que depois seguirá para o plenário da Casa, onde precisa ser aprovada em dois turnos antes de seguir para o Senado.

Destaques do dia
As ações preferenciais da Petrobras (que dão preferência na distribuição de dividendos) subiram 3,57% e as ordinárias (que dão direito a voto), 4,35%, em meio à alta do petróleo e após a Câmara dos Deputados aprovar texto-base do projeto que desobriga a estatal de ser a operadora exclusiva do pré-sal sob regime de partilha. Para analistas, com a mudança, a empresa terá mais flexibilidade nas decisões de investimento.

O Branco do Brasil subiu 3,13%, após informar que encerrou as negociações para estabelecer uma parceria estratégica com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) por meio da constituição de uma sociedade de participações e de instituição financeira. O acordo para a distribuição de produtos e serviços do BB na rede dos Correios, o chamado Banco Postal, tem vigência até 2 de dezembro.

A Vale perdeu 0,51% na ação preferencial e 0,34% na ordinária. Ainda segundo a Reuters, o mercado está observando o desenrolar do processo para venda de ativos de fertilizantes da empresa.

Saques superam depósitos em R$ 50 bilhões na poupança, mas têm queda No acumulado de 2016, fuga de valores totalizou R$ 50,53 bilhões, diz BC. Em setembro, saída de recursos da poupança somou R$ 2,35 bilhões.

Os saques de recursos da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 50,53 bilhões de janeiro a setembro deste ano, informou nesta quinta-feira (6) o Banco Central.

Apesar de o volume ainda ser expressivo, foi registrada uma queda de saques em relação ao mesmo período do ano passado – quando a saída líquida de divisas totalizou R$ 53,79 bilhões, recorde histórico de fuga de recursos para os nove primeiros meses de um ano.

O volume total aplicado na poupança em setembro, ou seja, o estoque da caderneta, não só parou de cair como voltou a registrar crescimento no mês passado.

No fim de agosto, o saldo da poupança estava em R$ 641,12 bilhões, avançando para R$ 642,99 bilhões em setembro. A explicação é que os rendimentos creditados nas contas dos poupadores, que somaram R$ 4,21 bilhões no mês passado, também são incorporados ao estoque da poupança.

Somente em setembro, a retirada líquida (acima do volume de depósitos) de recursos da mais tradicional modalidade de investimentos do país somou R$ 2,35 bilhões.

Mesmo sendo o nono mês seguido com saída de valores da poupança superior aos depósitos, também houve recuo em relação a setembro de 2015 – quando a poupança perdeu R$ 5,29 bilhões em aplicações.

A fuga de recursos da poupança acontece em um momento de recessão da economia brasileira, do aumento do desemprego e da taxa de inadimplência – apesar de alguns indicadores apontarem para o início da retomada da economia.

A baixa rentabilidade frente a outras opções de investimentos também tem levado poupadores a sacarem recursos da poupança.

Em todo o ano passado, R$ 53,36 bilhões deixaram a poupança. Foi a primeira vez em 10 anos que houve mais retirada do que depósitos da caderneta. Também foi a maior fuga de dinheiro da poupança desde o início da série histórica do Banco Central para um ano fechado.
Captação da poupança
Nos meses de setembro, em bilhões de R$
2,074,181,463,514,854,185,956,691,37-5,29-2,3520102015-7,5-5-2,502,557,5
Fonte: Banco Central

Baixo rendimento
Além da crise econômica, o baixo rendimento da poupança também tem contribuído para a retirada de recursos. Enquanto o rendimento dos fundos de renda fixa sobe junto com a Selic (a taxa básica de juros determinada pelo Banco Central), o das cadernetas fica limitado a 6,17% ao ano mais a variação da Taxa Referencial (TR) quando a Selic está acima de 8,5% ao ano.

Segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), como a Selic está em 14,25% ao ano (o maior nível em dez anos), as aplicações em renda fixa, como fundos de investimento, ganham mais atratividade porque o rendimento fica acima do da poupança na maioria das situações. A poupança continua atrativa somente para fundos com taxas de administração acima de 2,5% ao ano.

No ano passado, a rentabilidade da poupança foi de 8,15%. Ou seja, ficou abaixo da inflação, que alcançou 10,67%. Descontada a inflação, portanto, quem manteve recursos na poupança ao longo de 2015 viu o dinheiro perder 2,28% do poder aquisitivo, de acordo com a consultoria Economatica. É o pior resultado desde 2002.

Apesar do baixo rendimento, especialistas avaliam que a caderneta de poupança ainda pode ser uma boa opção, mas somente em poucos casos. Por exemplo: para pequenos poupadores (com pouco dinheiro guardado), para pessoas que buscam aplicações de curto prazo (poucos meses) ou que procuram formar um "fundo de reserva" para emergências.

A vantagem da poupança em relação a outros investimentos é que não incide Imposto de Renda sobre a aplicação.

Nos fundos de investimento, ou até mesmo no Tesouro Direto (programa do governo de compra de títulos públicos pela internet) há cobrança do IR e, na maior parte dos casos, de taxa de administração. Nos fundos de investimento e no Tesouro Direto, o IR incide com alíquota regressiva, ou seja, quanto mais tempo os recursos ficarem aplicados, menor é o valor da alíquota incidente no resgate.

Menos recursos para casa própria
O menor interesse na poupança também afeta os financiamentos imobiliários, uma vez que a modalidade é fonte de recursos para a casa própria. Pelas regras, os bancos precisam destinar parte dos saldos da poupança (SBPE) para o crédito imobiliário.

Em março deste ano, a Caixa Econômica Federal informou que aumentou os juros para financiar a casa própria com recursos da poupança. Foi a primeira vez no ano em que a Caixa subiu os juros para crédito imobiliário. O aumento, informou o banco, foi "decorrente de alinhamento ao atual cenário econômico".

Segundo números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de crédito para a construção e aquisição de imóveis, com recursos da poupança, caiu 46,2% de janeiro a agosto de 2016 na comparação com o mesmo período do ano passado – para R$ 30,4 bilhões.