quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

PORQUE NESSE JOGO VOCÊ SEMPRE VAI PERDER? Texto de Gilberto Nunes

Ano após ano, discurso após discurso, uma mensagem é transmitida: " é possível mudar a nação através do voto". E isso é verdade. Mas não é realidade.

E da maneira como estamos indo, nem vai ser. Temos uma estrutura político-social deficiente, que gera desigualdades. E não adianta prometer planos de governos maravilhosos se as " regras do jogo" sempre irão beneficiar a minoria que detém o poder.

É triste ver nos olhos dos brasileiros sofridos deste país o brilho da esperança depositada em algum político pilantra que representa a mesma e velha estrutura monopolista que torna o Brasil campeão em desigualdades sociais.

E nosso Estado? A oligarquia manda e desmanda. manipula informações. Compra a "oposição". E a própria usa o discurso da "mudança já."

Mudança? Mudar o quê? A mudança não ocorre. Aqui existe uma troca de posições. Troca-se um representante político descomprometido com o povo por outro da mesma espécie.
É preciso entender que eleição no Brasil é uma grande farsa. Não é feita com o objetivo de transformar alguma coisa. Serve apenas para manter a estrutura do país do modo com estar. 

Os mesmos politicos que roubam a nação sustentam a idéia das eleições como instrumento de mudança social. Entretanto, não permitem que a educação chegue até a população. Impossibilitam a construção de um povo consciente, capaz de compreender as mensagens por trás dos belos discursos proferidos nas propagandas políticas.

E desse modo quem sempre perde é o povo. Que acredita nas mesmas palavras repetidas eleição após eleição.
Mas também, como não acreditar? Em um sistema político onde a propaganda ocupa o lugar das idéias, as pessoas são facilmente conduzidas a fazer o que os "donos do poder" querem.

É por isso que você sempre perde. As regras são injustas. Favorecem só um lado. o menor e mais forte. O lado que monopoliza o dinheiro.

Dinheiro que é de todos e poderia servir para todos, mas permanece guardado na conta de alguns.

Pense nisso!

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