quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Pesquisa mapeará povos e comunidades tradicionais de Paço do Lumiar

As entrevistas serão realizadas em todo o município a partir do mês de setembro, por  membros da Comissão Provisória de Política de Promoção da Igualdade Racial – COPPIR, assistentes e orientadores sociais. Neste sentido, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social – SEMDES - deu início nesta quinta-feira, 20, a uma capacitação de técnicos e lideranças comunitárias sobre o processo de identificação social e cultural de povos e comunidades tradicionais.
A formação segue até esta sexta-feira, 21, no Convento das Ir. da Purificação, no Maiobão, com a participação de psicólogos e sociólogos facilitadores do Instituto Intelectu’s, responsáveis pela apresentação da metodologia de treinamento aos pesquisadores e representantes de associações de moradores e lideranças comunitárias. “Neste encontro nortearemos de forma teórica e prática de como será executada a pesquisa nas comunidades de Paço do Lumiar. O treinamento será embasado nas formas adequadas de abordagem e comunicação, ética e imparcialidade, entre outros aspectos”, definiu a psicóloga, Anna Kelly Frota.
Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ivone Oliveira, esta primeira formação da COPPIR e entidades representantes da sociedade civil nos fazem conhecer um pouco da realidade das comunidades e seus anseios. “Com este trabalho de identificação e mapeamento nós, como poder público, e desta forma podemos intervir com políticas afirmativas em vários setores”, pontuou.
Presente na abertura da Formação, o gestor de Articulação Institucional da Secretaria de Estado da Igualdade Racial (SEIR), Alexandre Magno Muniz, que destacou essa importante iniciativa da Prefeitura Municipal em realizar estudos técnicos de grande abrangência na região para mapeamento de áreas habitadas por comunidades tradicionais.
“A pesquisa vai servir pra gente acompanhar as dificuldades enfrentadas por esse público em vários setores do município, além de conhecer mais afundo a sua história social e cultural”, comentou Kátia Maria Moura, da Associação de Moradores do Residencial Sítio Natureza.

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