quinta-feira, 18 de junho de 2015

Em mais uma audiência, deputado Wellington do Curso discute direitos dos professores excedentes

Em atendimento ao requerimento feito pelo deputado Wellington do Curso (PPS), a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Maranhão realizou, na tarde desta quarta-feira (17), a II Audiência Pública em defesa dos direitos dos professores excedentes do concurso realizado em 2009.

Como vice-presidente da Comissão, Wellington, que também é educador,  tomou para si a causa dos professores e está lutando incansavelmente em favor da nomeação dos excedentes, que desde 2009 lutam pelos seus direitos e até hoje não conseguiram acordo.

Participaram da audiência o deputado estadual Vinícius Louro (PR), que se solidarizou e se colocou à disposição em somar esforços na defesa da luta pelos direitos da classe; o representante da Secretaria de Estado da Educação, João Moraes; a Promotora de Educação, Maria Luciane Belo; o presidente do Simproesema, Júlio Pinheiro; a líder da Comissão dos professores excedentes, Nívea Froz, entre outros representantes da categoria.

O presidente do Simproesema, Júlio Pinheiro, falou sobre o possível acordo nos altos na perspectiva da nomeação, sugerido pelo sindicato com o Governo que, segundo ele, afirmou estar realizando a ação pela justiça e aguardando a celeridade do concurso, além de afirmar que só será realizado outro concurso, após a nomeação de todos os excedentes.

Segundo a promotora de Educação, o Ministério Público está sensível à causa e à disposição para ouvir os questionamentos e buscar resolver a todas as demandas.

Durante suas considerações, Wellington enfatizou que sempre estará em defesa da Educação que, segundo ele, é a base para a construção da sociedade, e não  medirá esforços para defender os direitos dos excedentes. Na oportunidade destacou, também, que é da base do Governo, mas que não se calará no tocante à defesa dos direitos humanos.

Ao final da audiência, ficou acertado que serão consolidados dados e informações da Secretaria de Estado da Educação, da Secretaria de Gestão e Previdência e da Procuradoria para se fazer acordo com o Sindicato dos Professores e, consequentemente, apresentar propostas ao governo do Estado.

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